terça-feira, 25 de setembro de 2012

Serra catarinense - 25set2012

Neva na Serra catarinense na noite desta terça-feira

Há relatos de que também nevou na Serra do Rio Rastro, mas sem confirmação oficial.


Neva na Serra catarinense na noite desta terça-feira Vani Boza/Agencia RBS
Nevou por cerca de 20 minutos em São Joaquim Foto: Vani Boza / Agencia RBS
Moradores de São Joaquim, na Serra catarinense, viram a neve cair por cerca de 20 minutos na noite desta terça-feira. O fenômeno começou fraco às 21h10min. Há relatos de que também nevou na Serra do Rio do Rastro, mas sem confirmação oficial. No início da noite, os têmometros marcavam 1,8ºC, mas a sensação térmica era de -6ºC.

Segundo informações do Centro de Informações de Recursos Ambientais e de Hidrometeorologia de SC (Ciram), o registro mais recente de neve nessa época aconteceu no início de setembro de 2008, também em São Joaquim.

De acordo com o meteorologista Leandro Puchalski, o frio no início da primavera não ocorre com frequência, mas é considerado normal no Estado. Puchalski explica que a mudança de estação refere-se à astronomia e ocorre não necessariamente acompanhada de uma mudança meteorológica.

Durante o inverno, em julho, nevou no alto do Morro da Igreja, no Parque Nacional de São Joaquim, que faz limite entre os municípios de Bom Jardim da Serra, Orleans e Urubici, Planalto Serrano. No dia 8 de julho, os termômetros marcaram -4,4ºC na região.

Leo&Paula

Talismã derruba liminar que permitia Paula Fernandes administrar a própria carreira


Foto: Guto Costa/Divulgação

Hoje o assunto não é a música, mas um dos imbróglios judiciais que envolvem o mundo sertanejo! Foi concedida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo uma liminar que suspende os efeitos da decisão judicial que permitia que a mineira Paula Fernandes administrasse a própria carreira. Com isso, o contrato firmado entre ela e a Talismã Music (empresa que tem Leonardo como um dos sócios) volta a ter validade até 24 de fevereiro de 2014, data informada pela própria Talismã (segundo o advogado de Paula, o vínculo vai apenas até 11 de novembro de 2012).

Em nota, a Talismã lembrou que todo e qualquer contrato artístico com Paula Fernandes deverá ser feito com a empresa e ressaltou o "apreço e respeito profissional mantido pela cantora". Confira o comunicado na íntegra:

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Sábado e Domingo - Tempo


Sábado, 22/09
Nascer do sol:06h00Pôr do sol:18h08
  • Manhã
  • Tarde
  • Noite
  • Max 32ºMin 18º
  • 8mm
    80%
  • E
    7km/h
  • 74%35%
Sol e aumento de nuvens de manhã. Pancadas de chuva à tarde e à noite.
Ver mais dados
Domingo, 23/09
Nascer do sol:06h00Pôr do sol:18h09
  • Manhã
  • Tarde
  • Noite
  • Max 32ºMin 18º
  • 13mm
    80%
  • E
    11km/h
  • 73%39%
Sol com muitas nuvens durante o dia. Períodos de nublado, com chuva a qualquer hora.

Sumaru, barujó, castanha-de-burro, coco-feijão, cumbary,


Fruto comum no Centro-Oeste contém substâncias que combatem inflamações

Publicação: 18/09/2012 09:23 Atualização:
Os resultados indicam que o baru pode ser um auxiliar no combate ao envelhecimento precoce, ao câncer e até aos efeitos do vírus HIV (Carine Belluzo/Divulgacao)
Os resultados indicam que o baru pode ser um auxiliar no combate ao envelhecimento precoce, ao câncer e até aos efeitos do vírus HIV

Sumaru, barujó, castanha-de-burro, coco-feijão, cumbary, meriparagé, castanha-de-ferro. São inúmeros os nomes dados ao baru, fruto típico do Centro-Oeste que costuma aparecer nas matas do cerrado em dezembro. Também são incontáveis as propriedades medicinais atribuídas pela sabedoria popular à fruta e à sua castanha, que costumam ser transformadas em um óleo que poderia ser usado no tratamento de diversas enfermidades. Atraída pelas místicas propriedades do vegetal, uma cientista de alimentos escolheu a leguminosa como objeto de sua pesquisa de doutorado na Universidade de Brasília (UnB). O resultado foi surpreendente.

Autora do estudo, publicado na revista especializada Food Research International-Elsevier, Miriam Rejane Bonilla Lemos demonstrou que a castanha do baru tem um alto potencial antioxidante, uma arma poderosa contra processos inflamatórios e doenças crônicas e degenerativas. Os fitoquímicos presentes na leguminosa, aponta a pesquisa, controlam os radicais livres que causam problemas como a hipertensão e a artrite, além de doenças como o câncer e o diabetes. “Os radicais livres são moléculas instáveis que, quando atingem o DNA, vão produzir doenças. A célula afetada pode produzir um câncer, atingir proteínas ou afetar o metabolismo”, explica a pesquisadora.

TUBARÃO

Publicada no domingo, 9 de setembro de 2012 Veja página de Opinião

Como humanos

Publicada na segunda-feira, 10 de setembro de 2012 Veja página de Opinião

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

CORE - NOVOS ABDOMINAIS

 (Carlos Vieira/CB/D.A Press)
Acerte o alvoFortalecer a região central do corpo, chamada core, protege a coluna e previne deformidades. Diante dessa necessidade, o velho abdominal, feito com flexões repetitivas, está com os dias contados


Os abdominais, como conhecemos hoje, devem deixar as academias em breve. Estudos de biomecânica propõem o fim dos movimentos repetitivos de flexões para fortalecer a musculatura da barriga. No lugar das aulas de abdominal, entra o core training. A proposta é focar em movimentos que visam sustentar e estabilizar a coluna vertebral.

Nos exercícios tradicionais são realizadas flexões repetitivas, freando o movimento. O problema é que, na maioria das atividades, os músculos abdominais, seja nos esportes ou no dia a dia, não trabalham flexionando a coluna. É como treinar o corpo para atividades que ele não realiza. Além disso, os abdominais tradicionais provocam desgaste da coluna. “As evidências científicas mostram que os abdominais funcionais deixarão de ser praticados em futuro próximo. O que acontece hoje em dia é passar a prescrever exercícios com a filosofia de sustentar a coluna”, afirma Eduardo Netto, especialista em motricidade humana.


Na prática de core training, os músculos abdominais são trabalhados exatamente com essa função. Core é o nome da região central do corpo, responsável pela estabilidade do organismo. Os principais músculos são os abdominais e os lombares. Além da sustentação, eles protegem os órgãos internos da região do tronco. “Em todo movimento realizado pelo membro inferior, se não houver um abdominal forte, não se consegue transferir energia. O centro do corpo é que faz o movimento ocorrer”, explica Eduardo Netto.
 (Carlos Vieira/CB/D.A Press)

domingo, 16 de setembro de 2012

ALEX - ESTÁTUA


Já joguei mais de 90% da carreira'



Meia diz que futuro após fim do contrato com Fener está decidido, mas não revela destino. Emocionado com homenagem, craque ainda não viu escultura

Por Thiago DiasRio de Janeiro
Alex meia fenerbahçe (Foto: Divulgação)Alex comemora gol pelo Fenerbahçe: contrato até
o final da temporada (Foto: Divulgação)


Ter uma estátua é para poucos. Receber a homenagem em vida, mais raro ainda. O meia Alex tem isso. Ídolo do Fenerbahçe, o camisa 10 está imortalizado em uma praça a poucos metros do estádio Şükrü Saracoğlu, em Istambul. No sábado, cortou a fita, fez discurso, chorou. Mas não conseguiu ver direito a obra. Cercado por centenas de torcedores e pela fumaça da festa, Alex não teve chance de parar e admirar a escultura. Segundo sua filha Maria Eduarda, o rosto do pai está diferente. A cabeça também. Aos 35 anos, o atleta afirmou ao GLOBOESPORTE.COM que pela primeira vez na vida não tem dúvidas sobre o futuro. Já sabe o que vai fazer quando o contrato encerrar no meio de 2013. Não diz ainda para onde vai ou se ficará na Turquia, mas tem uma certeza: sua carreira está caminhando para o final.
Por telefone, poucas horas depois da emocionante homenagem, Alex contou que já pensa na transição de jogador para ex-jogador de futebol. Há oito anos no Fenerbahçe, o camisa 10 é ídolo também de Coritiba, Palmeiras e Cruzeiro. Só não deixou saudades no Parma, da Itália, e no Flamengo. Paranaenses e paulistas sonham com seu retorno em breve.
- Na minha cabeça está decidido. Mas não é momento de comentar esse assunto. Eu vivo meu momento mais tranquilo em decisões sobre a minha carreira. Quando saí do Coxa para o Palmeiras me perguntei se era a hora certa... Quando fui do Palmeiras para a Itália, foi a mesma coisa. Depois, para o Flamengo, Cruzeiro também... Será que é o momento certo?Toda hora de transferência batia uma dúvida. Às vezes, provava que estava certo. Em outras, estava errado. A ida para o Parma não ajudou em nada. Para o Flamengo foi equivocado, ruim para o clube e para mim. Tive erros e acertos, o que é normal. Sempre tive dúvidas. Hoje, não tenho dúvidas nenhuma. Estou bem resolvido, no momento certo vou divulgar o que vai acontecer - disse Alex.
 Já joguei mais de 90% da carreira. Falta um pouco, vamos tentar desfrutar o máximo de jogar bola. Sobre objetivos maiores, isso já passou. Estou na outra curva, de poder me divertir, aproveitar minha família. Minha grande preocupação é fazer a transição de jogador para ex-jogador. Para ser tranquila, não ser um choque: dormir jogador e acordar ex-jogador. Jogo bola desde os 9 anos... Deve ser um choque, confuso. Convivo com amigos que planejaram e hoje têm uma vida tranquila. Os que dormiram jogador e acordaram ex-jogador têm um processo de transição mais complicado. Quero fazer um processo já visualizando que o final está se aproximando - contou.

Enlouqueceu...


BRASIL

MEC prepara medidas para manter alunos em universidades

Os estudantes cotistas, com dificuldades de permanecer na universidade, poderão ser beneficiados com o pagamento de bolsas e auxílios especiais

EM BREVE, TODOS TERÃO QUE ADOTAR UM COTISTA...

Caçar na praia


Boto aprende a caçar na praia e transmite cultura para o filhote


Estratégia mais arriscada e aprendizado da cria foram observados no litoral sul

15 de setembro de 2012 | 15h 45                        Giovana Girardi / O Estado de S. Paulo
"O mal dos golfinhos é ter um 'índice de fofulência' alto. Não fossem eles tão fofos, as pesquisas seriam mais fáceis e saberíamos muito mais sobre eles. Só que a referência da maioria das pessoas são os filmes do Flipper e os parques aquáticos. O que esses bichos fazem na vida real é muito mais legal que a 'fofulência' deles".
Os pesquisadores Giovanna Figueiredo e Pedro Cristales captam sons emitidos pelos botos na praia  - Clayton de Souza / AE
Clayton de Souza / AE
Os pesquisadores Giovanna Figueiredo e Pedro Cristales captam sons emitidos pelos botos na praia
A declaração do biólogo Marcos Santos, do Instituto Oceanográfico da USP, sai em tom de desabafo diante de um barco parado de turistas que, aos gritinhos de "oh, que fofos", tiram fotos. Como o motor permanece ligado, logo os bichos se afastam, mas não rapidamente o suficiente para decepcioná-los. Felizes da vida, os turistas partem, deixando para trás um grupo de cientistas e jornalistas desapontados.
Em uma praia da Ilha do Cardoso, município de Cananeia, tentávamos observar um comportamento de caça desses animais que é diferente do mais habitual da espécie, foi recém-descoberto e traz fortes indícios de que é passado de uma geração a outra. Como os animais se afastaram, era preciso que tudo ficasse tranquilo para que eles voltassem.
Muito quietos, com a água até os joelhos e equipados com um hidrofone, que capta os sons por baixo d'água, aos poucos os pesquisadores voltam a perceber os apitos de comunicação dos golfinhos cada vez mais próximos. E também algo parecido com um zumbido - um sinal sonoro que emitem quando estão fazendo o que os cientistas chamam de ecolocalização. É como um radar, uma forma de interagir com um meio que é turvo. Assim podem saber onde estão os peixes, o fundo, a praia, nossas pernas.
Uma nadadeira surge aqui, outra ali. Logo três animais, possivelmente uma fêmea com seu filhote e outro adulto, ficam mais próximos, calmamente se movimentando a uma distância de uns 4 metros da praia. Eles descem e sobem para respirar, ritmados. Dá para perceber que nos veem, mas, como estamos quase imóveis, vão se acostumando com nossa presença.
De repente, a cadência é interrompida. O intervalo entre as respiradas fica mais longo e os pesquisadores escutam pelo hidrofone uma espécie de grunhido, seguido de um apito mais intenso e mais rápido. "Ela vai atacar", alerta Pedro Cristales, doutorando de Santos.
Como um míssil sob a água, o golfinho se aproxima rapidamente da praia, faz uma curva para ficar paralelo à faixa de areia e abocanha os peixes que tinham procurado refúgio nas partes mais rasas. Então se afasta um pouco para comer a presa. Logo depois, lá está de novo, parecendo calminho, até que volta a "atacar a praia", como dizem os pesquisadores. Em várias ocasiões, aquele vulto enorme passava bem na nossa frente e segundos depois só víamos os peixes sendo jogados para cima.